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K-Drama: Doubt (Íntima Traição / Suspeita)
Ano: 2024 | País: Coréia do Sul
Gêneros: Ação, Suspense, Mistério, Psicológico
Episódios: 10 
Sinopse: Ao investigar um assassinato brutal, Tae Su fica chocado ao descobrir provas que ligam sua própria filha ao crime, virando seu mundo de cabeça para baixo.
Onde Assistir: Netflix (app / site)
Kocowa (app / site)
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"Doubt" é mais do que um simples thriller criminal — é uma autópsia emocional feita a céu aberto, um drama que abre o peito do espectador sem anestesia para mostrar o que há de mais frágil e assustador na condição humana: a possibilidade de que o mal não esteja lá fora, mas sentado à mesa do jantar.

O drama parte de uma provocação cruel: e se o maior especialista em monstros descobrisse que um deles pode estar dentro da própria casa? Jang Tae Su, o profiler mais renomado da Coreia, homem capaz de reconstruir mentes doentias a partir de migalhas psicológicas, vê sua carreira de racionalidade absoluta entrar em colapso quando um assassinato brutal começa, pista após pista, a apontar para a pessoa que ele jurou amar, proteger e compreender: sua filha.

Essa é a força destrutiva de "Doubt": ele transforma o ato de investigar um crime em uma guerra interna, onde Tae Su é ao mesmo tempo detetive, juiz, vítima e cúmplice. À medida que ele se aproxima da verdade, também se aproxima do abismo de sua própria fragilidade. O drama questiona, com brutal honestidade, se é possível ser pai e ser justiça ao mesmo tempo — ou se essas identidades são, por natureza, irreconciliáveis.

A construção narrativa é um estudo magistral da erosão da confiança. A cada olhar da filha, a cada frase aparentemente inocente, o espectador sente o peso opressivo da dúvida se infiltrando na casa como um gás tóxico. O que antes era cotidiano se torna evidência; o que antes era amor se torna suspeita. "Doubt" não busca apenas revelar um culpado — ele quer revelar o que resta de um homem quando suas certezas são arrancadas uma por uma.

O drama também abre espaço para uma reflexão profunda sobre a hipocrisia moral: Tae Su, tão acostumado a dissecar a escuridão dos outros, agora precisa confrontar a própria cegueira emocional, a própria arrogância, a própria incapacidade de ver as rachaduras que sempre estiveram ali, brilhando sob a superfície de uma vida aparentemente perfeita. A obra transforma o profiler em seu próprio labirinto psicológico.

A direção acentua essa sensação de confinamento emocional: câmeras fechadas, silêncios pesados, diálogos curtos que parecem facas. Nada é gratuito. Cada cena é um convite para o desconforto, para o estranhamento, para a sensação de que há algo irremediavelmente errado — e talvez sempre tenha havido.

"Doubt" não é um thriller para quem busca catarse; é para quem aceita ser desarmado. Ele não entrega respostas fáceis, porque o que está em jogo não é o crime, mas a ruptura da identidade. Quem somos quando o amor e a justiça se chocam? Quando a verdade ameaça destruir a única pessoa que ainda nos dá sentido?

No fim, "Doubt" permanece como uma cicatriz emocional: é impossível assistir e sair ileso. É impossível não se perguntar, em silêncio, nas horas mais escuras, o que faríamos se a dúvida — essa serpente insidiosa — se enroscasse na nossa própria família.

Um drama inesquecível para quem quer mais do que suspense: quer profundidade, desconforto, humanidade quebrada — e, acima de tudo, a coragem de encarar o que não queremos ver.

- Adm Ju

Outras Recomendações:
K-Drama: "Through the Darkness" (2022)
K-Drama: "Beyond Evil" (2021)
K-Drama: "Nine Puzzles" (2025)

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J-Drama: Romantics Anonymous (Românticos Anônimos)
Ano: 2025 | País: Japão
Gêneros: Comédia, Psicológico, Drama, Romance
Episódios: 8
Sinopse: Uma chocolatier brilhante com medo de fazer contato visual conhece um herdeiro incapaz de tocar em outras pessoas. Só que, de alguma forma, os dois se aproximam por um ser a exceção do outro.
Onde Assistir: Netflix (app / site)
Shinobi Subs (telegram)
Asian Team Fansub (telegram)
“Entre encontros desastrados, silêncios constrangedores e momentos de ternura, o dorama transforma o simples ato de fazer chocolate em metáfora para o amor: é preciso paciência, temperatura certa e um toque de coragem para derreter as barreiras. Aos poucos, o que parecia uma comédia leve se revela uma história sobre cura emocional, aceitação e a beleza das imperfeições.” - On Pop Life 

Confesso que nos últimos meses venho tendo uma dificuldade de assistir dramas por no momento dar preferência para leitura de manhwas nas horas livres, então com uma forma de retornar aos dramas comecei com "Romantics Anonymous" por conta das boas avaliações, ser curto e ter uma sinopse que me chamou atenção. E como esperado, é uma obra maravilhosa! Inclusive, essa parceria entre Coréia do Sul e Japão só rende bons frutos, porque tem a qualidade da técnica da produção coreana junto com os roteiros e propriedades intelectuais (IPs) dos japoneses. Por isso, pretendo acompanhar mais lançamentos dessas parcerias. 

Já a história é um drama, romance e com um toque mais leve de comédia sobre duas pessoas que sofrem de fobias sociais, mas, de alguma forma juntos, eles conseguem superar seus desafios. Não é uma cura, mas uma forma deles se adaptarem aos desafios do cotidiano e ter o outro como um porto seguro.


As atuações foram espetaculares, para quem já viu um bom drama japonês sabe como eles são bons em transmitir emoções sem exagero. E até considero esta uma das melhores performances da Han Hyo Joo por ser uma personagem mais desafiadora e entregar uma atuação delicada e sem ser caricata. E olha que já admirava bastante a diva. 


Outro detalhe bem interessante foram os temas de cada episódio serem definido por uma trufa da caixa rainbow (o produto mais famoso da chocolateria Le Sauveur é uma caixa com sete trufas diferentes de mais destaque da loja), então isso dá um certo dinamismo na trama e aborda outros núcleos, mas que complementam a trama principal. 

Por último, a estética é maravilhosa. Por ser um drama culinário, as cenas da confecção dos chocolates é um a mais no sensorial para quem está assistindo e parece até algo real no nível de já anotar na lista de quando for no Japão querer visitar a chocolateria hehe 

Portanto, super recomendo assistir a obra e se ainda não viu algum drama japonês, dê uma chance que não vai se arrepender!

- Adm Luiza

Outras Recomendações:
K-Drama: "What Comes after Love (2024)"
J-Drama: "Eye Love You (2024)"

Trailer Legendado
K-Drama: The Murky Stream (Corrente Implacável / Murky Water)
Ano: 2025 | País: Coréia do Sul
Gêneros: Ação, Suspense, Histórico, Drama
Episódios: 9
Sinopse: Em uma Joseon sem leis, três jovens de origens distintas têm seus destinos entrelaçados em meio à injustiça e à sobrevivência.
Onde Assistir: Disney+ (app / site)
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"The Murky Stream" foi, sem dúvida, um dos melhores dramas de 2025!

Nada de escapismo ou intrigas palacianas típicas dos históricos coreanos — esse drama entrega um olhar cru, realista e necessário sobre uma época marcada por desigualdade e sofrimento, dando voz aos explorados e silenciados da história.

A narrativa é densa, os diálogos são afiados e as cenas, muitas vezes, desconfortavelmente reais. Rowoon me surpreendeu demais: sua atuação foi excelente, contida na medida certa, e sua caracterização manteve-se fiel ao tom da obra — sem glamourizações, apenas verdade.

Gostaria que alguns aspectos tivessem sido mais bem desenvolvidos. Entendo que foram poucos episódios, mas senti falta de um aprofundamento maior nos passados dos personagens. O foco quase exclusivo no arco presente deixou algumas camadas emocionais em aberto.

Ainda assim, a cinematografia é belíssima, e os episódios mantêm a tensão constante — sempre terminando com um cliffhanger que te obriga a começar o próximo. Fiquei animada com a possibilidade de uma segunda temporada, mas fica a dúvida: vão esperar o Rowoon voltar do alistamento ou focar na protagonista e sua jornada com o mapa? De qualquer forma, estarei lá para assistir.

Se você busca um drama com um ângulo diferente, realista e intrigante — "The Murky Stream" é pra você.

- Adm Thais R.

Outras Recomendações:
K-Drama: "The Nokdu Flower" (2019) - em breve no blog!
K-Drama: "My Country: The New Age" (2019) - em breve no blog!

Trailer Legendado

J-Drama: Ikinari Kon (Sudden Marriage)
Ano: 2025 | País: Japão
Gêneros: Romance, Drama
Episódios: 12
Sinopse: Koshiba Mao, uma funcionária de escritório comum que, após descobrir a traição de seu namorado, afoga suas mágoas em álcool. Em uma manhã chocante, ela acorda na cama de um belo estranho, Ando Hajime, que logo se revela ser seu novo chefe!
Onde assistir: Asian Team Fansub (site / telegram)
Shinobi Subs (telegram)
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Baseado em um mangá extremamente popular que alcançou o primeiro lugar no ranking geral mensal da plataforma "Mecha Comic" por quatro meses consecutivos, "Ikinari Kon" narra a história de Koshiba Mao, uma funcionária de escritório comum que, após descobrir a traição de seu namorado (com quem vivia um romance secreto no trabalho), afoga suas mágoas no álcool. Em uma manhã chocante, ela acorda na cama de um belo estranho, Ando Hajime, que logo se revela como seu novo chefe. A surpresa se torna inacreditável quando seu chefe revela a verdade, que eles se casaram.


A vida de Mao, que deveria ser tranquila, é virada de cabeça para baixo por Hajime, que, de forma inexplicável, se apaixona por ela. O drama ainda conta com a presença de Mika, uma mulher condescendente que persegue Hajime, e Kota, o traidor moralmente assediador que se envolveu com Mika.

"Ikinari Kon" foi um drama que chegou de mansinho, prometeu pouco e entregou muito. Confesso que a maioria dos dramas que começo sem grandes expectativas acabam me conquistando, e este não foi diferente. O enredo, embora já tenha sido explorado em outros j-dramas (funcionária traída pelo namorado colega de trabalho, romance secreto, e acordar casada com o novo chefe após uma bebedeira), conseguiu surpreender. Prevemos, é claro, várias situações embaraçosas e engraçadas com a protagonista tentando se desvencilhar e o chefe completamente apaixonado.

Com apenas 12 episódios, o drama se destaca por não ter enrolação. Ele conseguiu manter um ritmo bom e fluido. Os personagens não são infantis nem excessivamente tímidos; eles têm atitude e personalidade. O casal possui uma química excelente e traz o meu plot favorito: é ele quem se apaixona primeiro!

Apesar de o enredo não ser inovador para quem acompanha dramas japoneses, o diferencial de "Ikinari Kon" está nas atitudes maduras dos protagonistas. O drama ainda entrega uma pequena reviravolta ao revelar as razões profundas do amor de Hajime por Mao e desvendar verdades ocultas sobre todos os personagens.

Concluindo, "Ikinari Kon" me surpreendeu, eu não esperava gostar tanto. Para quem curte esse gênero, com certeza vai amar. A nota 4 não é à toa: adorei o enredo e os personagens. E sim, temos um final feliz! Recomendo demais!

- Adm Thais

Outras recomendações:
J-Drama: "Usokon" (2023)
C-Drama: "Love at Night" (2021)
J-Drama: "Kiss de Fusaide, Barenaide" (2025)
J-Drama: "Buchou to Shachiku no Koi Modokashii" (2022)
J-Drama: "Bungaku Shojo" (2018) - em breve no blog!

Trailer

 Reality Show: A Batalha dos 100: Ásia (Physical: Asia)
Ano: 2025 | País: Coréia do Sul
Gêneros: Programa de Variedades, Esportes, Ação
Episódios: 12
Sinopse: Terceira edição do famoso reality show coreano de quem tem o melhor físico no conjunto de força, resistência e agilidade. Desta vez é uma disputa entre equipes de 8 países da “Ásia” em busca de um prêmio e reconhecimento.
Onde Assistir: Netflix (app / site)
Na terceira edição desse icônico reality show que é pra quem gosta de uma prova de ressistência é o puro suco do entretenimento e agora com equipes representando cada país envolve um senso de pertencimento dos participantes e facilita demais pra reconhecer os integrantes, coisa que prejudicava as antigas edições, porque eram 100 participantes. 

E nesta resenha pra facilitar vou fazer os comentários pra cada equipe, mas analisando no geral foi uma boa temporada e a melhor entre as três edições só que também tem missões boas e ruins e também um certo questionamento da imparcialidade da equipe de produção, mas quem sou eu pra julgar, né? kk

1: Líder: Kim Dong Hyun (MMA) - também participante da segunda edição do programa, ele é uma figura presente na TV coreana por sua personalidade expressiva e seus feitos no UFC. É um bom líder no quesito estratégia, mas é bem ansioso e isso tranparece na edição. 
2: Amotti (Crossfit) - vencedor da segunda edição volta ao programa e faz bem em tudo que se propõe, porém meio apagado nos cortes da edição.
3: Yun Sung Bin (Skeleton) - atleta piloto de skeleton (esporte de inverno que corre com o trenó e deita nele, resumindo bem ignorantemente), participante da primeira edição do programa e também muito conhecido como atual namorado da Jihyo do TWICE! Ele é muito bonito, habilidoso e muitas vezes salva a equipe, mas achei ele um pouco apagado na edição, não sei se é porque ele é tímido, mas quase não tinha comentários dele...
4: Kim Min Jae (Ssireum) - atleta de uma luta tradicional coreana que resumindo ignorantemente por mim: parece sumô na areia. É o partcipante mais fraco da equipe no quesito resistência, agilidade, estratégia e psicológico. Resumindo, foi carregado pela equipe na edição, porque sozinho não ia nada longe.
5: Choi Seung Yeon (Crossfit) - não tenho muito a comentar, é forte e ágil.
6: Jang Eun Sil (Wrestling) - atleta reconhecida na Coréia do Sul pela sua habilidade e força. Ela foi um bom complemento na prova das vigas, principalmente no quisto técnico na pegada das argolas como no psicológico com seu parceiro.

A equipe coreana teve um bom desempenho, mas sinceramente achei eles muito esnobes que me fazia torcer contra kk...

1: Líder: Yushin Okami (MMA) - grande nome do UFC, ele é um excelente líder, calmo e reconhece bem seus parceiros. 
2: Kana Watanabe (MMA) - já foi atleta de várias lutas, ela é bem forte, mas ficou meio apagada na edição.
3: Nonoka Ozaki (Wrestling) - é a mais nova integrante da equipe e é um nome de destaque na luta atualmente. Ela deu o nome no final da primeira missão.
4: Katsumi Nakamura (Natação) - na minha opinião extremamente fútil, o mais bonito da edição! É isso! Ele foi foi super bem nas provas, mas o que importa mesmo é sua beleza e carisma! kk
5: Soichi Hashimoto (Judô) - minha maior surpresa na edição. Ele é super pequeno, mas entrega demais. Toda prova que ele participa ganha e consegue imobilizar qualquer um independentemente do tamanho do adversário. Ele é o CARA! Amo as expressões dele na prova das cordas, pura cena de anime!!
6: Yoshio Itoi (Baseball) - atleta aposentado de baseball, ele tem 44 anos e tem um dos melhores físicos da edição. Ele é o brabo!

Que equipe boa, apesar de serem os menores fisicamente, eles tem estratégia, técnica e psicológico pra ter ressistência. Foram um dos meus favoritos!

1: Líder: Superbon Singha Mawynn (Muay Thai) - campeão de Muay Thai, era bem tímido e pouco imponente para ser o líder.
2: Sunny Kerdkao Wechokittikorn (Rugby) - como muitos atletas de rugby: ágil, forte e resistente.
3: Ploy Nuannaree Olsen (Influencer Fitness) - tinha comentários bons e um visual marcante.
4: James Rusameekae (Vôlei) - é a gay da edição com os melhores comentários e atitudes, além de surpreender com sua força.
5: Jar Uracha Teerawanitsan (Crossfit) - ágil, mas quase não lembro dela...
6: Anucha Yospanya (Luta Greco-Romana) - pra ser sincera, nem lembro da participação dele kk.

Provavelmente uma das equipes mais fracas, mas graças ao James, garantia um entretenimento.

1: Líder: Orkhonbayar Bayarasaikhan (Bökh) - campeão na luta tradicional mongol, ele demonstrou que é um grande líder. Estratégico, compreensivo e leve. Foi um dos pontos chaves para o destaque do time!
2: Enkh Orgil Baatarkhuu (MMA) - com um visual exótico, ele é o participante perfeito para os tipos de provas do programa. Ele tem muita força, agilidade, inteligência (o uso do tronco na prova), resistência e psicológico. É o cara de poucas palavras!
3: Khandsuren Gangtogtokh (Vôlei) - quando vi o time da Mongólia entrando já pensei: "Dois altos magrinhos, não vão ajudar o time", mas apesar de não serem fortes, eles tem bom entrosamento com a equipe e são fofos! Não atrapalham e tem resistência.
4: Adiyasuren Amarsaikhan (Judô) - uma das mulheres mais forte da competição. Ela só surpreende e é um amorzinho!
5: Dulguun Enkhbat (Basquete 3x3) - é um dos atletas mais conhecidos na Mongólia.
6: Lkhagva Ochir (Erdene Ochir) (Acrobata) - provavelmente a maior surpresa dos participantes. Ele é forte e tem muita resistência. Quem diria que um acrobata entregaria tanto nesse reality?

Minha equipe favorita e a mais carismática! Só surpreendem, resistem a tudo, são unidos e tem DE LONGE o melhor grito de guerra. Icônicos!!

1: Líder: Manny Pacquiao (Boxe) - conhecido como PacMan, ele é uma lenda no boxe mundial e sendo o único lutador a conseguir títulos em oito categorias de peso diferentes. Apesar da fama, como líder ele é bem flop e por algum motivo que não prestei atenção, ele não compareceu na última missão da equipe.
2: Mark “Mugen” Striegl (MMA) - participou do UFC e foi uma boa surpresa na prova das argolas!
3: Lara Lorraine Deang Liwanag (Crossfit) - forte, resistente e ágil. Sem contar que é bem carismática.
4: Ray Jefferson Querubin (Strongest Man) - mais forte do país, mas tem ZERO resistência e agilidade. Prejudicou a equipe em duas provas...
5: Robyn Lauren Brown (Atletismo) - ela é corredora e tem agilidade. Achei uma fofa e gostava dela!
6: Justin Coveney (Rugby) - como joagador de rugby tem força e agilidade, mas nesse caso não tem resistência. Fala muito, o que é bom para o entretenimento, mas chega a irritar, chatinho.

Foi um time ok, com alguns participantes fracos, mas eles tem carisma. Obviamente, não iam ganhar...

1: Líder: Igede Dharma Susila (Fisiculturista) - uma coisa que aprendi com esse tempo vendo Batalha dos 100 é que fisiculturista não vai longe nessas provas. São fortes, mas não tem resistência, agilidade e estratégia. São um bando de músculos pesados.
2: Glenn Victor (Natação) - é bonito, mas nem lembro da participação dele.
3: Fina Phillipe (Jiu-Jitsu) - é a mais dedicada da equipe e  que deu a vida até o final, esforçada.
4: Jeremiah Lakhwani (Wrestling) - esse foi difícil de saber de qual esporte era, mas é uma personalidade da mídia no país. Do time é o mais versátil e entrega bem em todas categorias.
5: Maria Selena (Basquete) - ex-jogadora de basquete, ela é miss universo Indonésia e personalidade da mídia. Então já sabe, não entrega força, resistência...
6: Marcus Gideon (Badminton) - acredito que ele foi o integrante que lesionou na primeira missão e precisaram trocá-lo.

É o time mais fraco da competição. Escalaram uma equipe mais pela fama, mas sem performance para esse tipo de competição.

1: Líder: Robert Whittaker (MMA) - muito conhecido e respeitado nos esporte, eu não acompanho, então conhecida, mas falam que é bem famoso...
2: Dominic Di Tommaso (Parkour) - conhecido como Domtomato é um grande complemento da equipe, porque ele é ágil, forte, flexível e resistente.
3: Katelin Van Zyl (Crossfit) - ágil e forte, ela surpreende no motivacional e resistência.
4: Eddie Williams (Strongest Man) - venceu duas vezes como homem mais forte da Austrália, é uma personalidade da mídia e muito carismático. Ele é realmente o mais forte do programa, porém não resistência.
5: Alexandra Milne (Fitness Coach) - sem nada a comentar.
6: Eloni Vunakece (Rugby) - como esperado do rugby, forte, ágil e resistente. E surpreende no salto.

De longe é a equipe mais soberba da competição e isso que os prejudicaram, porque não tinham estratégia. Eram os mais fortes, mas o ego insuportável deles os deixaram na mão. Bem feito kk

*Sobre a Austrália participar, já que não faz parte da Ásia e sim da Oceania, se deve da Austrália participar das competições na Ásia, porque não tem competitividade na Oceania, então eles disputam vaga na Ásia como na Copa do Mundo. (Isso que achei no google...)

1: Líder: Recep Kara (Luta livre em óleo) - famoso multi-campeão turco, ele é um dos participantes mais velho da competição. Sua liderança foi um pouco esquecível com exceção da primeira missão.
2: Ali Sofuoğlu (Karatê) - vou ser bem sincera, não lembro da participação dele e confundia com outros dois participantes.
3: Yasemin Adar Yiğit (Wrestling) - ela é uma lenda na luta livre sendo diversas vezes campeã européia, também foi vencedora do mundial em 2017 e 2022. E toda essa explicação, porque ela é MUITO forte! Dá de dez a zero em muito homem na competição. Poderia ir mais longe, mas o time não ajuda...
4: Ogeday Girişken (Remo) - esse era bem comentarista na edição e sofreu na prova de lançar o saco de areia.
5: Anil Berk Baki (Vela) - grande parte foi meio apagado, mas teve seu destaque nas argolas.
6: Nefise Karatay (Atletismo) - teve seu destaque na primeira missão e é isso.

Esteticamente, só olhando de longe pode notar o padrão de beleza dos atores turcos nos homens hehe. Já no desempenho, é uma equipe muito soberba e se comportou mal na torcida, então tive ranço.

*A Turquia geograficamente faz parte da Europa e Ásia, então tem competições asiáticas que eles participam.

Portanto recomendo assistir ainda mais nesse final de ano com amigos e familiares pra julgar a força e ressistência do povo sentado no sofá com uma coquinha e um pedaço de panetone kk

- Adm Luiza

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K-Drama: Spirit Fingers (Espírito de Artista)
Ano: 2025 | País: Coréia do Sul
Gêneros: Romance, Comédia
Episódios: 12  
Sinopse: Song U Yeon leva uma vida sem graça até receber um convite misterioso para o excêntrico clube de arte Spirit Fingers. Lá, entre cores vibrantes e encontros inesperados, ela inicia uma jornada de autodescoberta — e talvez, de amor.
Onde Assistir: Viki (site/app)
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"Spirit Fingers" foi uma grata surpresa de 2025 — um drama que não prometeu nada e entregou tudo.

Baseado em uma webtoon, essa origem é perceptível em cada detalhe da narrativa, estética e construção dos personagens.

A protagonista e seu alter ego, Dilulu, são extremamente relacionáveis. Suas inseguranças e conflitos são retratados de forma tão sensível e honesta que é impossível não se identificar. O grande destaque, para mim, foi o protagonista masculino: um personagem cativante, carismático e contagiante — o completo oposto da protagonista, que é insegura, tem baixa autoestima e é vista como um fracasso pela própria família, ofuscada pelos irmãos brilhantes.

Quando ele demonstra interesse por ela, U Yeon se sente tão inferior que não consegue aceitar seus sentimentos. E é aí que o drama brilha: ao mostrar, com delicadeza e profundidade, como ela vai aos poucos superando suas inseguranças, se afirmando e descobrindo quem realmente é.

Mesmo com poucos episódios, o drama consegue dar espaço para cada personagem, desenvolvendo arcos que nos mantêm interessados em todos. Comentário à parte para a cinematografia e os figurinos de cada encontro do "Spirit Fingers" — eu amei todos.

Minha única crítica vai para o arco da família: o pai e a mãe foram tóxicos o tempo todo, e achei a redenção deles um pouco passada de pano. Fora isso, "Spirit Fingers" foi maravilhoso e entrou direto para a minha lista de dramas de conforto favoritos.

- Adm Thais R.

Outras Recomendações:
K-Drama: "Weightlifting Fairy Kim Bok Joo (2016)"
K-Drama: "True Beauty (2020)"
K-Drama: "Twinkling Watermelon (2023)"

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