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Thai-Drama: Between Us (Entre Nós)
Ano: 2022 | País: Tailândia
Gêneros: Romance, Drama
Episódios: 12 | Classificação: 18+
Sinopse: Team é um nadador talentoso que não consegue performar bem em competições devido a um trauma que afeta seu sono. Ao descobrir o problema, Win, um veterano da equipe, oferece seu próprio quarto para ajudá-lo a descansar.
Onde assistir: iQIYI (site / app)
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Se você assistiu a "Until We Meet Again", provavelmente terminou o drama com aquela sensação de que Win e Team mereciam muito mais do que as poucas cenas que receberam. Afinal, como não ficar curioso depois de acompanhar aquelas provocações, os olhares e toda aquela química que fazia os dois roubarem a cena sempre que apareciam? Foi justamente por isso que "Between Us" chegou com uma missão bastante específica: finalmente nos permitir conhecer a história desse casal que já tinha conquistado o público antes mesmo de ter uma história própria. E posso dizer? Se você veio por Win e Team, provavelmente vai sair daqui querendo saber muito mais sobre todos os outros personagens também.

"Between Us" acompanha Win e Team durante o mesmo período dos acontecimentos de "Until We Meet Again", mas agora temos a oportunidade de observar de perto aquilo que antes aparecia apenas em pequenas doses. E o que parecia ser apenas uma relação baseada em provocações e atração, aos poucos, se transforma em algo muito mais profundo. Win, com seu jeito confiante, brincalhão e aparentemente despreocupado, e Team, mais inseguro e carregando questões do passado que ainda interferem em sua vida, acabam encontrando um no outro uma espécie de porto seguro. E é justamente essa construção que torna a relação dos dois tão interessante.

Win é um personagem que parece ter tudo sob controle. Ele é popular, seguro de si e está sempre disposto a ajudar as pessoas ao seu redor. Só que, conforme a história avança, percebemos que essa confiança também esconde algumas inseguranças. Win está acostumado a cuidar dos outros, mas não necessariamente a deixar que alguém cuide dele. Team, por outro lado, tem uma personalidade mais descontraída e divertida, mas carrega um peso emocional que interfere diretamente na maneira como ele enxerga a si mesmo e lida com determinadas situações. E talvez seja justamente por isso que os dois funcionem tão bem juntos: eles conseguem enxergar partes um do outro que nem sempre são percebidas pelas outras pessoas.

O relacionamento de Win e Team também funciona porque não acontece simplesmente de uma hora para outra. Existe aquela fase deliciosa em que nenhum dos dois sabe exatamente o que está acontecendo. É amizade? É atração? É ciúme? É amor? Enquanto eles tentam descobrir, nós, espectadores, ficamos acompanhando cada pequeno olhar e cada momento de proximidade, já sabendo exatamente onde aquilo vai dar. E vamos combinar? Não existe nada melhor do que assistir a dois personagens tentando desesperadamente fingir que não estão apaixonados enquanto absolutamente todo mundo ao redor já percebeu.

Boun e Prem também são responsáveis por grande parte do encanto da série. A química entre os dois continua sendo um dos pontos mais fortes de "Between Us", principalmente porque conseguem equilibrar os momentos mais leves e engraçados com cenas emocionalmente mais intensas. Win e Team não são apenas um casal bonito na tela; existe uma dinâmica entre eles que faz com que você realmente queira acompanhar a evolução da relação. E, quando percebemos que eles deixaram de ser apenas duas pessoas atraídas uma pela outra para se tornarem realmente importantes na vida um do outro, a história ganha ainda mais força.

Um dos aspectos que mais gostei em Team é justamente a maneira como o drama mostra que seus problemas não desaparecem simplesmente porque ele encontrou alguém que ama. Existe uma jornada pessoal acontecendo paralelamente ao romance. Team precisa aprender a lidar com aquilo que carrega, compreender seus próprios sentimentos e, principalmente, perceber que não precisa viver preso ao passado. Win pode estar ao lado dele, pode oferecer apoio e segurança, mas não existe uma solução mágica. Team também precisa fazer sua própria caminhada. E acho importante que a série tente mostrar isso, porque seria muito fácil transformar o relacionamento dos dois em uma espécie de cura instantânea para todos os problemas, e felizmente não é exatamente assim que a história funciona.

Mas se você está pensando que "Between Us" é apenas sofrimento, lágrimas e personagens olhando pela janela enquanto uma música triste toca ao fundo, pode ficar tranquilo. Uma das coisas mais divertidas da série é justamente a quantidade de momentos leves proporcionados pelo grupo de amigos. O ambiente universitário, o clube de natação, as brincadeiras e as provocações fazem com que o drama tenha uma atmosfera muito mais descontraída em comparação com "Until We Meet Again". É uma história que consegue alternar momentos emocionais com cenas capazes de arrancar algumas risadas, e essa mistura ajuda bastante a tornar a experiência mais agradável.

E, claro, não podemos falar de "Between Us" sem falar dos casais secundários, porque aparentemente um único casal nunca é suficiente para um BL. Se você veio apenas por Win e Team, prepare-se para se distrair algumas vezes com Waan e Tul. E talvez esse seja um dos maiores perigos da série: você começa pensando que não vai se importar tanto com os casais secundários e, quando percebe, já está completamente investido na história deles também. Waan e Tul possuem uma dinâmica própria bastante interessante e conseguem criar uma relação que vai além de simplesmente ocupar espaço na narrativa. Existe uma aproximação gradual entre os dois, com inseguranças e sentimentos que vão sendo descobertos aos poucos, e confesso que em vários momentos fiquei querendo mais cenas deles.

E esse “querer mais” também aparece quando pensamos em Bee e Prince. Os dois são fofos e trazem uma dinâmica diferente para a série, principalmente por causa das questões envolvendo a vida de Prince e sua exposição. Existe potencial na história dos dois, mas aqui entra uma das minhas principais críticas a "Between Us": talvez o drama tenha tentado contar histórias demais ao mesmo tempo. Em determinados momentos, enquanto eu estava completamente envolvida com Win e Team, surgia outra trama e eu pensava: “gente, eu gosto de vocês, mas podemos voltar para o meu casal?”. Não significa que os personagens secundários sejam ruins — muito pelo contrário. O problema é que são tantos relacionamentos acontecendo ao mesmo tempo que algumas histórias acabam não recebendo o desenvolvimento que poderiam ter.

Manow e Pruek também merecem ser mencionados. Manow continua sendo aquela personagem impossível de ignorar, trazendo energia, humor e uma personalidade que consegue deixar qualquer cena mais divertida. Mas sua relação com Pruek também permite que vejamos um lado diferente dela. Ela está acostumada a ser a amiga divertida, aquela pessoa que está sempre presente para os outros, e é interessante vê-la também ocupando o lugar de alguém que pode receber carinho e atenção. Pruek consegue enxergar nela coisas que nem sempre aparecem quando Manow está cercada pelos amigos, e os dois acabam funcionando como um complemento agradável dentro da narrativa.

E, para quem acompanhou "Until We Meet Again", temos ainda a presença de Dean e Pharm, que ajudam a conectar as duas histórias. Eles não roubam o protagonismo de Win e Team, e isso é importante, porque "Between Us" precisava realmente funcionar como a história deles. Ainda assim, encontrá-los novamente traz aquela sensação gostosa de reencontrar personagens conhecidos. É como se o drama estivesse lembrando o espectador de que, apesar de estarmos acompanhando uma nova perspectiva, tudo continua acontecendo dentro do mesmo universo.

No fim das contas, acredito que os casais secundários são, ao mesmo tempo, uma das qualidades e uma das fraquezas de "Between Us". Por um lado, eles tornam o universo muito mais rico e fazem com que a série pareça maior do que apenas a história de Win e Team. Por outro, algumas dessas histórias acabam tirando espaço do casal principal e deixam a narrativa um pouco irregular. Em certos momentos, senti que algumas situações poderiam ter sido mais desenvolvidas, enquanto outras poderiam simplesmente ter sido encurtadas.

Ainda assim, é difícil não se deixar envolver pela história. "Between Us" é aquele tipo de drama que você começa pensando “vou assistir só mais um episódio” e, quando percebe, já está emocionalmente envolvido com um grupo inteiro de universitários e seus respectivos problemas amorosos. Você torce, fica irritado quando eles não conversam, comemora quando finalmente admitem o que sentem e, principalmente, começa a se importar com personagens que inicialmente pareciam estar ali apenas como parte do elenco de apoio.

E talvez seja justamente essa sensação de acompanhar a vida de um grupo de amigos que torna "Between Us" tão agradável. A série não está preocupada apenas em mostrar quando Win e Team vão finalmente ficar juntos. Ela quer mostrar a convivência, as amizades, as inseguranças, os pequenos conflitos e todas aquelas situações que fazem parte do processo de amadurecimento. O romance está no centro, mas existe uma história de crescimento pessoal acontecendo ao redor dele.

Para mim, o maior mérito de "Between Us" está justamente em mostrar que amar alguém não significa automaticamente deixar de ter problemas. Win e Team continuam sendo duas pessoas com suas próprias inseguranças e dificuldades. O que muda é que eles encontram alguém disposto a permanecer ao lado deles enquanto enfrentam essas questões. E talvez seja por isso que a relação dos dois funcione tão bem: eles não precisam ser perfeitos para estarem juntos.

É claro que "Between Us" poderia ser mais focado. Poderia desenvolver melhor alguns personagens e diminuir algumas das histórias paralelas. Em alguns momentos, a narrativa parece querer abraçar personagens e conflitos demais, e isso acaba prejudicando um pouco o ritmo. Mas, apesar dessas falhas, existe muito coração na história. E, quando o drama decide colocar Win e Team no centro e explorar realmente o que existe entre eles, fica difícil não se envolver.

Se você já gostava dos dois em "Until We Meet Again", "Between Us" é praticamente uma visita obrigatória. Você finalmente terá a oportunidade de entender o que existia por trás daqueles olhares, provocações e momentos que antes pareciam pequenos. E, se você ainda não assistiu ao drama anterior, também é possível aproveitar a história, embora conhecer o universo de "Until We Meet Again" torne algumas conexões ainda mais especiais.

No final, "Between Us" não é perfeito, mas talvez nem precise ser. Ele entrega um romance universitário divertido, personagens carismáticos, amizades que fazem diferença na narrativa e, principalmente, um casal principal que consegue sustentar a história com muita química. Win e Team definitivamente mereciam sua própria história, e, mesmo que ela tenha alguns tropeços no caminho, é difícil negar que foi muito bom finalmente poder acompanhá-los de perto.

Depois de tantos episódios, fica aquela sensação de que algumas histórias realmente precisam acontecer. Win e Team eram um desses casos. E, no meio de tantos romances, amizades, dramas e casais secundários, "Between Us" consegue nos lembrar de uma coisa simples: às vezes, encontrar alguém que nos faça sentir seguros é o primeiro passo para finalmente conseguirmos enfrentar aquilo que carregamos sozinhos.

E agora eu quero saber de você: você começou "Between Us" por Win e Team ou algum dos casais secundários conseguiu roubar sua atenção pelo caminho? Porque, sinceramente, depois de conhecer Waan e Tul, fica bem difícil não querer uma história só deles também.

- Adm Ju

Outras recomendações:
Thai-Drama: "Pit Babe - 1ª Temporada" (2023)
Thai-Drama: "Bad Buddy" (2021)
Thai-Drama: "Until We Meet Again" (2019)

Trailer Legendado
C-Drama: First Love
Ano: 2022 | País: China
Gêneros: Comédia, Romance, Drama
Episódios: 24
Sinopse: Sobre uma tímida estudante de medicina que, após uma noite de bebedeira, se envolve em um mal-entendido e acaba no centro de um grande escândalo na faculdade envolvendo um aluno extremamente brilhante e reservado. Para acabar com os boatos, os dois decidem fingir que estão namorando.
Onde Assistir: iQIYI (site/app)
Wei Fansub (site)
Nabi Subs (telegram)
Esse é um mais um caso de drama que dois gatos pingados viram, mas o que é incrível mesmo é olhar onde os dois atores principais chegaram no sucesso hoje que na época do lançamento do drama eram quase famosos desconhecidos! Wang Xing Yue estourou como o duque em "The Double" e a Tian Xi Wei conquistou toda a comunidade cdrameira da Netflix em "Pursuit of Jade", o mundo não dá voltas, ele capota! kk 

A história é bem simples como muitos romances leves universitários. A protagonista é uma estudante tímida de medicina que tem um hobby na confeitaria, porém ela anda tendo muitas dificuldades no seu curso, baixo desempenho nas provas e se questiona sobre suas escolhas, mas como desistir de um curso tão concorrido e desejado por muitos? E numa noite de bebedeira, ela ameaça ir atrás de Ren Chu, um dos melhores alunos da faculdade. Isso vira um escândalo e afeta seriamente a vida acadêmica dela, que já estava complicada. Só que Ren Chu não só é um dos melhores alunos da universidade como também é o capitão do time de natação (o que é um tanto estranho, já que o ator é bem pequeno kk). Porém seu comportamento frio e introvertido o distancia das pessoas. Para conter o escândalo, os dois concordaram em uma estratégia para eliminar as fofocas e fingem um namoro. No processo, como um clássico clichê,  eles descobrem os pontos brilhantes um do outro e gradualmente desenvolvem uma boa amizade ou até mesmo sentimentos reais bem fofinhos. 

Como um drama de romance universitário é bem fofo e o relacionamento dos dois vai sendo construído aos poucos, ou seja, demora para o namoro real começar, mas pra quem já conhece o gênero nos cdramas sabe como funciona o ritmo e valoriza os pequenos detalhes. Só que não espere algo inovador ou um roteiro complexo, é um romance fofo universitário que começa com um relacionamento fake e no estilo os opostos se atraem. É isso e pronto! 

Portanto, fica a indicação do drama pra quem quer dar uma desestressada e não precisar pensar muito, mas já deixo avisado que como os personagens são tímidos, o namoro real DEMORA!

- Adm Luiza

Outras Recomendações:
C-Drama: "When I Fly Towards You" (2023)
C-Drama: "My Unicorn Girl" (2020)

Trailer

C-Drama: The Epoch of Miyu (A Era de Miyu / A  Época de Miyu)
Ano: 2026 | País: China
Gêneros: Drama, Romance, Negócios
Episódios: 38
Sinopse: No décimo aniversário de casamento, Miyu descobre a traição do marido e decide se divorciar. Buscando estabilidade, ela recomeça no Hotel Pu Rong e tenta reconstruir a própria vida. Nesse novo ambiente, nasce uma conexão inesperada que transforma seu caminho.
Onde assistir: Viki (app / site)
iQIYI (app / site)
WeTV (app / site)
WeTV Portuguese (youtube)
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Comecei esse drama pelas reviews (comentários) que vi e não me arrependi. É um drama sobre dois adultos agindo como adultos — um romance maduro, de desenvolvimento lento, e uma história que vai muito além do romance. 

A trama acompanha a jornada da protagonista, Miyu, se redescrevendo depois de dez anos de entrega em um relacionamento que ela acreditava ser perfeito, no qual acabou se anulando e vivendo em função do marido.

Acompanhamos as dificuldades que ela enfrenta ao sair dessa relação, especialmente a dificuldade de retornar ao mercado de trabalho; mesmo tendo qualificação em hotelaria e gestão, ela precisa começar de baixo para se sustentar. Eu adorei a protagonista: uma mulher forte, lutadora e dedicada. Gostei muito da evolução dela como personagem e do seu crescimento profissional.

Esse drama só não foi cinco estrelas para mim porque eu amei o segundo protagonista e tive uma síndrome do segundo protagonista fortíssima. Confesso que gostei do protagonista como personagem individual e da jornada dele como gerente de hotel — adorei essa parte — porém, como casal, eles não me convenceram.  Também adorei que os vilões tiveram o final que mereciam, que Miyu conseguiu se impor diante da família interesseira e que ela superou o marido e a traição.

Por fim, recomendo esse drama para quem gosta de um romance maduro, com um toque de melodrama e uma trama adulta.

- Adm Thais R.

Outras recomendações:
C-Drama: "The Tale of Rose" (2024)
K-Drama: "Dr. Cha" (2023)
K-Drama: "Romance is a Bonus Book" (2019)
C-Drama: "Fake It Till You Make It" (2023)

Trailer Legendado

K-Drama: The Apartment Job
Ano: 2026 | País: Coréia do Sul
Gêneros: Suspense, Mistério, Comédia, Crime
Episódios: 12
Sinopse: Um ex-gângster que torna-se síndico de um condomínio com a intenção de se apropriar indevidamente de uma grande quantia de dinheiro destinada ao prédio. No entanto, ele bate de frente com a corrupção que se esconde por toda parte.
Onde Assistir: Netflix (app/site)
Dramacon Fansub (site / telegram)
Em "The Apartment Job", acompanhamos a história de Park Hae Gang, um ex-gângster que se candidata a síndico de um condomínio com o objetivo inicial de se apropriar indevidamente de uma grande quantia em dinheiro do local. Para colocar o plano em prática, ele precisa de uma família falsa, e é aí que Kang Ha Ri entra em cena. Ela sonha em se tornar advogada em um grande escritório, mas na realidade trabalha em meio período no balcão de consultas jurídicas gratuitas e faz bicos como atriz temporária, interpretando papéis sob encomenda. É assim que ela conhece Hae Gang, que a contrata para fingir ser sua esposa e compor a família de fachada necessária para vencer a eleição. No entanto, ao se ver envolvido por mistérios e por um esquema de corrupção muito maior dentro do complexo, ele acaba se tornando um herói inesperado. Mesclando momentos cômicos, suspense e uma química cativante entre o elenco, o drama entrega uma trama envolvente sobre redenção, justiça comunitária e alianças improváveis na luta contra forças poderosas.

"The Apartment Job" é uma comédia com pitadas de suspense e recheada de personagens que não têm nada de santinhos, movidos por segundas intenções. Aquilo que começou com um plano imoral e criminoso acaba levando todos a um caminho de justiça e revanche, transformando-os em heróis improváveis. A química do elenco é maravilhosa: a comédia não é do tipo pastelão nem forçada, mas sim muito divertida de acompanhar. O drama consegue misturar perfeitamente o humor com momentos tensos e emocionais e, em apenas 12 episódios, entregou uma história redondinha, com começo, meio e fim!

Por se tratar de um casamento por contrato, a gente logo pensa: "Opa, tem romance!". Mas não se engane: apesar de o casal falso ter química e render ótimos momentos, com várias migalhas sugerindo que algo a mais estava rolando, no final ficou por isso mesmo: sem romance! Então já aviso: se você pensa em começar a história por causa do casal, pode mudar a expectativa, porque não rola nada kkk...

Para concluir, comecei "The Apartment Job" sem pretensão nenhuma. Só dei o play porque estava em uma ressaca pós-drama, sem nada de interessante para ver, e resolvi sair da minha bolha. No fim das contas, gostei de acompanhar: foi divertido e uma ótima distração depois de um tempo sem assistir a drama coreano. Então sim, recomendo! Eu queria um romance? Sim! E mesmo sabendo que as chances eram mínimas, fiquei com a esperança de o roteirista mudar de ideia no meio do caminho. Mas, ainda assim, foi um excelente entretenimento!

- Adm Thais

Outras recomendações:
K-Drama: "Leverage" (2019)
K-Drama: "My Sweet Mobster" (2024)
K-Drama: "Vincenzo" (2021) - resenha em breve!
K-Drama: "The Great Show" (2019) - resenha em breve!

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Thai-Drama: Until We Meet Again (Até nos encontrarmos novamente)
Ano: 2019 | País: Tailândia
Gêneros: Romance, Drama
Episódios: 17 | Classificação: 18+
Sinopse:  Korn e Intouch vivem um amor proibido pelas famílias e pelo preconceito do final do século 20 na Tailândia, o que culmina em uma tragédia que tira a vida de ambos. Três décadas depois, os universitários Pharm e Dean se conhecem e desenvolvem um forte laço romântico, sentindo que se buscam há anos.
Onde assistir: iQIYI (site / app)
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Em "Until We Meet Again" acompanhamos Korn e Intouch que vivem um amor proibido pelas famílias e pelo preconceito do final do século 20 na Tailândia, o que culmina em uma tragédia que tira a vida de ambos. Três décadas depois, os universitários Pharm e Dean se conhecem e desenvolvem um forte laço romântico, sentindo que se buscam há anos. Gradualmente, os dois descobrem que suas vidas e seu amor estão profundamente ligados ao destino trágico de Korn e Intouch.

"Until We Meet Again" foi uma daqueles dramas que eu comecei sem imaginar o quanto iria me envolver. E, quando percebi, já estava completamente investida na história, nos personagens e, principalmente, na relação construída entre eles.

Sabe aquele drama que faz você pensar só mais um episódio e, quando percebe, já passou muito mais tempo do que deveria? Foi exatamente essa a minha experiência aqui.

O que mais gostei foi que a história não trata o amor apenas como algo bonito e simples. Pelo contrário: ela mostra como amar também pode significar enfrentar circunstâncias difíceis, lidar com escolhas, aceitar perdas e aprender que nem tudo está sob o nosso controle. É justamente essa dimensão que faz com que a história vá além de um romance comum.

E preciso falar dos personagens. Foi muito fácil criar uma conexão com eles. Acompanhar seus sentimentos, suas dúvidas, seus medos e suas escolhas fez com que eu não me sentisse apenas observando a história de fora. Em vários momentos, parecia que eu estava vivendo cada descoberta junto com eles.

Outra coisa que me marcou foi a maneira como drama trabalha a ideia de encontros e despedidas. O próprio título, "Until We Meet Again" (que em português é "Até nos encontrarmos novamente"), carrega esse sentimento de que algumas pessoas entram em nossas vidas de uma maneira tão significativa que, mesmo quando as circunstâncias mudam, aquilo que elas despertaram em nós permanece. E talvez seja essa a grande beleza da história.

Nem todo encontro acontece no momento perfeito. Nem todas as histórias seguem exatamente o caminho que imaginamos. Algumas pessoas chegam até nós para permanecer; outras, para transformar alguma coisa dentro de nós. E "Until We Meet Again" consegue brincar justamente com essa sensação de que o destino pode ser muito mais complicado do que gostaríamos.

Durante os episódios, eu ri, fiquei angustiada, torci pelos personagens e, em alguns momentos, precisei simplesmente parar para absorver o que estava acontecendo. É uma história que consegue despertar sentimentos diferentes e, principalmente, fazer você se importar genuinamente com o que acontece com os personagens.

Se você está procurando um drama bl que seja apenas um romance leve e previsível, talvez essa não seja a proposta. Mas, se você gosta de histórias que exploram sentimentos, escolhas, conexões profundas e aquela sensação de que algumas histórias permanecem com você mesmo depois do último episódio, eu definitivamente recomendo.

E aqui fica o meu aviso: não comece "Until We Meet Again" esperando sair emocionalmente ileso. Porque o mais bonito dessa história é justamente perceber que, no final, ela não fala apenas sobre duas pessoas que se encontram. Ela fala sobre o impacto que determinados encontros podem ter em nossas vidas e sobre como algumas conexões podem permanecer importantes, mesmo quando tudo ao redor muda.

Terminei o drama com aquela sensação maravilhosa de “eu precisava ter assistido isso” e, ao mesmo tempo, com aquela pequena tristeza de ter chegado ao fim.

- Adm Ju

Outras recomendações:
K-Drama: "Chicago Typewriter" (2017) - resenha em breve!
Thai-Drama: "Between Us" (2022) - resenha em breve!
Thai-Drama: "Pit Babe - 1ª Temporada" (2023)
Thai-Drama: "Bad Buddy" (2021)

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K-Drama: My Bias, My Boss (Meu idol é meu chefe)
Ano: 2026 | País: Coréia do Sul
Gêneros: Comédia romântica, Drama
Episódios: 12
Sinopse: Sobre a história do romance entre uma jovem que entra em uma empresa para conhecer seu ídolo de longa data, e o CEO da companhia. Ela é uma fã dedicada que consegue um emprego na startup de moda Apello para conhecer seu ídolo favorito, mas acaba se aproximando inesperadamente do CEO da empresa.
Onde Assistir: Viki (site/app)
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"My Bias, My Boss" é um drama que entrega tudo muito bem e com um final fechadinho, mas não precisa se preocupar com o triângulo amoroso, porque esse não deixa dúvidas!

A história é sobre uma fã de longa data de um grupo pequeno que sofreu disband por conta de uma polêmica e ela resolve ir trabalhar na empresa que seu bias é sócio. Lá, ela precisa esconder sua admiração para manter o profissionalismo e acaba batendo de frente constantemente com o CEO perfeccionista e workaholic da empresa. Só que com o tempo ela começa a desenvolver uma conexão com o CEO e com seu bias e, assim, um possível romance de escritório! 

A protagonista é muito bem trabalhada e mesmo sendo uma grande fã, ela não é boba e sabe o que quer e se dedica pra isso, então muitos podem se identificar com ela. Já o ator do CEO fiquei com receio, porque é o primeiro grande protagonista dele e não acho que ele seja expressivo e carismático, mas para esse papel isso não atrapalhou muito. 

Já, ao contrário da maioria dos dramas que tendo a criticar os secundários, desta vez o elenco coadjuvante é um grande destaque. Tantos os funcionários da Appello como também a trama das amigas da protagonista. Que personagens especiais! Ainda mais a cena da amiga com o idol que se escondia como motoqueiro depois do disband do grupo. Fofo e necessário! 

E o final foi super fechadinho que deu um quentinho no coração com o comeback do grupo. Um sonho para qualquer fã que já teve seu grupo disbandado! 

No entanto, alguns detalhes foram bem desnecessários como a rápida mudança/viajam para Paris só para ficar mais corrido o final, só que não agregou em nada na trama. A personagem da Yuna do ITZY que, coitada, foi a estreia da menina na atuação e botam numa personagem completamente apagada e unidimensional tal qual uma figurante kk. E um detalhe besta, mas não para uma gateira, poxa, tinham que doar os gatinhos?! Seria tão fofo eles sendo pais de pets até o final e os unindo mais ainda como família, foi paia demais! kk 

Portanto, fica a recomendação do drama por ser fofo, leve, bem conduzido e com um final bem fechado ainda mais para quem é fã de kpop, principalmente de grupos de empresa pequena!

- Adm Luiza

Outras Recomendações:
K-Drama: "Shooting Stars" (2022)
K-Drama: "Lovely Runner" (2024)

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C-Drama: Road to Success (A Caminho para o Sucesso / Rumo à vitória)
Ano: 2025 | País: China
Gêneros: Escolar, Romance, Esportivo, Psicológico
Episódios: 32
Sinopse: Lin Wanxing e Wang Fa unem forças para reconstruir um time escolar desfeito enquanto enfrentam seus próprios traumas e nesse processo, descobrem um novo caminho para si mesmos.
Onde assistir: Viki (app / site)
iQIYI (app / site)
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"Road to Success" parece, à primeira vista, só mais um drama escolar com futebol. Mas logo fica claro que a história vai além disso: é sobre recomeço, amadurecimento e pessoas que tentam se reconstruir enquanto lidam com traumas, pressões e expectativas. Cada personagem chega quebrado de um jeito diferente, e o drama acompanha esse processo de cura com sensibilidade.

Um dos pontos mais positivos é ver Esther finalmente interpretando uma personagem adulta. Depois de tantos papéis infantilizados, foi um alívio acompanhar ela em uma protagonista madura, centrada e emocionalmente consistente. Wan Xing funciona como o coração da trama: empática, firme e alguém que acredita nos outros mesmo quando eles não acreditam em si.

Ao lado de Wang Fa — um treinador marcado pela culpa — e dos meninos que tentam reencontrar propósito, ela ajuda o time a crescer não só dentro do campo, mas também fora dele. O drama aborda temas como rumores, abandono e desigualdade sem exageros, sempre com foco no desenvolvimento dos personagens. A relação entre Wan Xing e Wang Fa é leve, saudável e construída com calma, sem forçar romance onde não precisa.

"Road to Success" é um drama de conforto. Ele te faz rir, chorar e torcer como se você estivesse ali com eles. E, por eu ter assistido sem nenhuma expectativa, acabou sendo uma surpresa enorme, eu super recomendo!

- Adm Thais R.

Outras recomendações:
K-Drama: "Love All Play" (2022)
Filme: "Dream" (2023)
K-Drama: "The Winning Try" (2025)

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Filme: Wild Sing
Ano: 2026 | País: Coréia do Sul
Gêneros: Comédia, Drama, Música
Duração: 1h 49min | Classificação: 13+
Sinopse: Vinte anos após um escândalo separar um popular trio de K-pop dos anos 2000, os integrantes se reúnem para um show especial. Isso se conseguirem se aturar, é claro.
Onde Assistir: Netflix (app / site)
Em "Wild Things", acompanhamos o "Triangle", um trio misto de K-pop que outrora dominou a cena musical, mas se desfez da noite para o dia após se envolver em um escândalo inesperado. Vinte anos depois, a líder Hyeon U recebe a oferta de fazer uma apresentação de retorno e parte em busca dos outros integrantes para agarrar a oportunidade. No entanto, os outros integrantes estão vivendo vidas completamente opostas: Do Mi é casada com um homem rico e Sang Gu está afundado em dívidas por conta do lançamento de seu álbum solo. Para complicar ainda mais a situação, YGP, o CEO de sua antiga agência, com quem compartilham um passado conturbado e Seong Gon, o "Príncipe da Balada" e antigo rival do grupo, também aparecem.

"Wild Thing" é um filme de comédia leve e nostálgica focada no universo da música e do K-pop. Repleta de referências marcantes aos anos 2000, a trama acompanha uma jornada caótica de superação, mostrando o caminho turbulento e divertido de ex-idols em busca de uma segunda chance nos palcos.

O filme traz ainda um elenco de peso, como Kang Dong Won, Um Tae Goo e Park Ji Hyun, em papéis completamente fora da sua zona de conforto! Além disso, apresenta uma pura nostalgia K-pop, com uma trilha sonora original viciante no melhor estilo da primeira geração de idols. Para completar, o enredo é repleto de humor e várias trapalhadas, tentações e rivalidades do passado.

Concluindo, a espera por esse filme valeu super a pena: as atuações são hilárias e a trilha sonora não sai da cabeça. Com uma ótima transição entre a comédia pastelão e momentos emotivos, "Wild Thing" tem aquela vibe perfeita de "Sessão da Tarde" para quem ama histórias sobre segundas chances e bastidores caóticos da indústria musical. A nota 4/5 não é à toa, impulsionada pela comédia envolvente e pela excelente química entre os personagens. É um filme que super recomendo, então prepare a pipoca e dê o play!

P.S.: Nos créditos finais, o filme ainda mostra um videoclipe real com os atores cantando a música-tema. Vale muito a pena assistir até o fim!

- Adm Thais

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Thai-Drama: KinnPorsche
Ano: 2022 | País: Tailândia
Gêneros: Ação, Romance, Drama, Crime
Episódios: 14 | Classificação: 18+
Sinopse: Kinn Anakinn, herdeiro da máfia, encontra Porsche Pitchaya, um garçom e campeão nacional de judô. Porsche aceita salvá-lo em troca de dinheiro e, impressionado por suas habilidades, Kinn o contrata como seu guarda-costas pessoal.
Onde assistir: iQIYI (site / app)
Telegram
Fansubs
Sabe aquele drama que você começa pensando: "Vou assistir só a um episódio" e, quando percebe, já está completamente envolvido na história? Foi exatamente essa a sensação que "KinnPorsche" me passou.

O drama nos apresenta Porsche, um jovem que acaba entrando, quase sem querer, no perigoso mundo da máfia ao se tornar guarda-costas de Kinn, herdeiro de uma poderosa família. O que começa como uma relação profissional cheia de conflitos rapidamente se transforma em algo muito mais complicado. E é justamente aí que a história começa a nos prender.

Kinn e Porsche são completamente diferentes. Porsche tem uma personalidade forte, espontânea e, muitas vezes, impulsiva. Kinn, por outro lado, vive preso às responsabilidades da família e às regras de um mundo no qual demonstrar fraqueza pode ser extremamente perigoso. E talvez seja justamente essa diferença que faça a relação dos dois funcionar tão bem.

Você vai rir com eles, ficar irritado com eles e, em alguns momentos, provavelmente vai querer entrar na tela e perguntar: “Vocês podem, por favor, conversar como pessoas normais?”

Mas "KinnPorsche" não é apenas sobre o romance dos protagonistas. O drama constrói um universo cheio de segredos, disputas familiares, lealdades questionáveis e personagens que escondem muito mais do que mostram. E quanto mais você conhece aquela família, mais percebe que confiar em alguém naquele mundo não é uma tarefa simples.

E então temos os personagens secundários. Alguns entram na história quase como apoio e acabam conquistando um espaço enorme na nossa memória. Outros despertam sentimentos completamente diferentes: carinho, raiva, curiosidade e até aquela vontade de discutir com a televisão. É impossível assistir sem criar opiniões fortes sobre eles.

Um dos aspectos de que mais gostei foi justamente essa capacidade de fazer o espectador se importar com os personagens. Mesmo quando você discorda das decisões deles, existe uma curiosidade constante para descobrir até onde cada um vai chegar.

As cenas de ação também ajudam muito. "KinnPorsche" não se limita a colocar o romance no centro de tudo. Temos perseguições, confrontos, perigos e disputas de poder que dão à história um ritmo diferente. Visualmente, o drama é muito bonito, e a ambientação ajuda bastante a transmitir aquela sensação de luxo misturado com perigo.

Mas preciso admitir: o roteiro poderia ser melhor. Em determinados momentos, parece que a série quer colocar absolutamente tudo dentro da mesma história. Temos tantos conflitos, segredos, reviravoltas e acontecimentos que algumas situações acabam parecendo exageradas ou pouco desenvolvidas. Existem personagens e histórias que poderiam ter recebido muito mais atenção.

Eu queria ter visto algumas relações sendo exploradas com mais profundidade. Queria que determinadas decisões tivessem mais consequências e que alguns conflitos tivessem tempo para respirar. Às vezes, a série corre tanto para chegar ao próximo acontecimento que não permite que nós, espectadores, processemos completamente o anterior.

Ainda assim, seria injusto dizer que isso estraga a experiência. Porque "KinnPorsche" tem uma qualidade que nem toda série consegue alcançar: ela faz você sentir alguma coisa. Você vai rir. Vai ficar nervoso. Vai torcer. Vai desconfiar de todo mundo. Vai se apegar a personagens que talvez nem esperasse gostar e, provavelmente, vai terminar alguns episódios pensando: “Eu realmente preciso saber o que acontece agora.” E talvez esse seja o maior mérito do drama.

"KinnPorsche" não é perfeito. Tem problemas de roteiro, algumas escolhas questionáveis e momentos que poderiam ter sido muito melhor trabalhados. Mas é uma história intensa, divertida e cheia de personagens que conseguem permanecer na cabeça do espectador.

- Adm Ju

Outras recomendações:
Tw-Drama: "Kiseki: Dear To Me" (2023)
Tw-Drama: "HIStory - 3ª temporada" (2019)
Mini Drama: "Where Your Eyes Linger" (2021)
Thai-Drama: "Not Me" (2021)
Thai-Drama: "The Next Prince" (2025)

Trailer Legendado
K-Drama: To All the Guys Who Loved Me (Para Todos Os Caras Que Me Amaram)
Ano: 2020 | País: Coréia do Sul
Gêneros: Comédia romântica, Fantasia, Drama
Episódios: 32
Sinopse: Sobre uma produtora de webtoon focada na carreira que deseja permanecer solteira devido a experiências ruins em amores de vidas passadas, e um homem que quer mudar, por meio de seu amor, o tipo de relacionamento que teve com ela nessas vidas anteriores.
Onde Assistir: Viki (site/app)
Kocowa+ (site/app)
Na Bi Subs (telegram)
Fansubs
Como já mencionado em resenhas anteriores, sou a favor de tramas de harém reverso, porque além de ser uma reparação histórica, segue o ditado de que quanto mais, melhor! Ou seja, em julho de 2020 no auge da pandemia vi o título “To All the Guys Who Loved Me” só pensei que era S-U-C-E-S-S-O, mas será? kk 

A história é sobre uma produtora de webtoons que dá a vida como babá dos seus autores para garantir o prazo e qualidade das obras. No entanto, seus esforços valem a pena, já que os webtoons de seus artistas alcançam o topo do ranking do site, tornando-a, consequentemente, a principal produtora da agência. Só que na vida pessoal é o contrário e todos seus relacionamentos fracassam e ela resolve fazer uma cerimônia de “casamento” com ela mesma firmando seu compromisso de permanecer solteira pelo resto da vida! E muito se deve as suas memórias de vidas passadas que ela se apaixonou pelo mesmo homem, mas também sofreu uma desilusão amorosa em todas elas. No entanto, com a chegada de um CEO de uma empresa farmacêutica, sua vida profissional dá uma reviravolta e um triângulo amoroso surge… 

A trama tem uma proposta boa de comédia romântica e fantasia sobre vidas passadas que possui um casal com química, mas a forma como é contada deixa a desejar. Primeiro, é que é difícil ter empatia pelo CEO no início, porque as atitudes dele são bem questionáveis de stalker, ou seja, foi difícil engolir depois. Segundo é que o humor da comédia é tosco em algumas cenas, mas tem que entender que é um drama de orçamento não tão alto em 2020 antes do mega boom dos doramas nos streamings. 

Já a reta final foca muito na relação com as vidas passadas, já que as memórias dos protagonistas não são completas e só veem numa perspectiva. Ou seja, fica bem dramática e enrola de forma desnecessária, mas o final é feliz! kk 

Dessa forma, é um drama ok para descansar o cérebro e não esperar grandes coisas, mas gostaria de saber a opinião de outras pessoas, porque sinto que fui uma das únicas pessoas que assistiu essa obra! kk

- Adm Luiza

Outras Recomendações:
K-Drama: "See You in My 19th Life" (2023)
K-Drama: "The Undateables" (2018)

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